Eu vi meu filho
frágil, sofrido,
ensanguentado
Eu vi...
Ali, numa cama de hospital
Meu filho
Agulhas, soro, remédio, medo
E uma enfermeira de avental
Ali... numa cama de hospital
Angústia, noites de espera
Orações... incerteza...
Eu vi...
No fundo do olho dele
Eu vi... Ali...
No fundo do olho dele
Deus.
Deus,
Força, coragem, amor
Paciencia, solidariedade
Tudo isto eu vi
E senti
Eu vo o milagre acontecer
E meu filho vencer
Ver
E voltar
Para o lar
Eu vi meu filho correr
E ser...
Ser menino outra vez!
Obrigada Deus.
Autoria:
Nívea Marques e Nascimento
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Lá se vai o circo, mais uma vez...
Respeitável publico,
O circo está se despedindo.
Quanta hipocrisia, lá se vai mais uma época de eleição, mais uma vez pessoas bem vestidas foi bater na porta de sua casa para pedir seu voto, te enchendo de promessas e desculpas. Mais uma vez entraram sem ser convidados, usando da televisão, sua maior arma.
É sempre a mesma conversa, políticos chegam com suas conversas mansas sempre de bom grado e com promessas de encher os ouvidos. Caímos nesse papo furado de dois em dois anos, nunca paramos para pensar de verdade, nunca vemos o que realmente aquele simples e rápido gesto de cidadania, isto é, se ela realmente existir, vai nos custar.
Talvez seja a única vez que nós, brasileiros somos brasileiros, sem sabermos, mas esse país está em nossas mãos. Há, quem dera se aquele fervor que toma conta de milhões de pessoas nas semanas que antecedem as eleições continuasse depois dela. É como um circo que se arma em uma cidade do interior, cria um grande fervor e quando tudo está as mil maravilhas, vai embora, deixando saudades, não que época de eleição deixe saudades, mas é emocionante ver como a sociedade se envolve, pena que fica ali, somente naquele momento, e que depois tudo volte ao normal.
Pessoas desinteressadas, que criticam e chamam de ladrão, mas elas não sabem que cabe a elas fiscalizar essa turma que ta no poder? Somos nós os donos do país, apenas escolhemos quem vai nos representar, pena que na maioria das vezes escolhemos pessoas erradas. Claro que mesmo nesse mundo sujo e cheio de podridão existe suas exceções.
Bom o circo está indo embora e daqui a dois anos estará de volta, da mesma forma, pedindo nosso voto, pela TV e pelo rádio, e até mesmo batendo em nossa casa, agora é torcer para que quando ele voltar, essa sociedade esteja mais madura para fiscalizar de vez e não deixar que se torne mais uma vez apenas uma emoção passageira.
Tomara que pelo menos desta vez o circo não tenha ido embora com as pessoas de bem, deixando para a sociedade apenas as brincadeiras e aprontações dos palhaços.
O circo está se despedindo.
Quanta hipocrisia, lá se vai mais uma época de eleição, mais uma vez pessoas bem vestidas foi bater na porta de sua casa para pedir seu voto, te enchendo de promessas e desculpas. Mais uma vez entraram sem ser convidados, usando da televisão, sua maior arma.
É sempre a mesma conversa, políticos chegam com suas conversas mansas sempre de bom grado e com promessas de encher os ouvidos. Caímos nesse papo furado de dois em dois anos, nunca paramos para pensar de verdade, nunca vemos o que realmente aquele simples e rápido gesto de cidadania, isto é, se ela realmente existir, vai nos custar.
Talvez seja a única vez que nós, brasileiros somos brasileiros, sem sabermos, mas esse país está em nossas mãos. Há, quem dera se aquele fervor que toma conta de milhões de pessoas nas semanas que antecedem as eleições continuasse depois dela. É como um circo que se arma em uma cidade do interior, cria um grande fervor e quando tudo está as mil maravilhas, vai embora, deixando saudades, não que época de eleição deixe saudades, mas é emocionante ver como a sociedade se envolve, pena que fica ali, somente naquele momento, e que depois tudo volte ao normal.
Pessoas desinteressadas, que criticam e chamam de ladrão, mas elas não sabem que cabe a elas fiscalizar essa turma que ta no poder? Somos nós os donos do país, apenas escolhemos quem vai nos representar, pena que na maioria das vezes escolhemos pessoas erradas. Claro que mesmo nesse mundo sujo e cheio de podridão existe suas exceções.
Bom o circo está indo embora e daqui a dois anos estará de volta, da mesma forma, pedindo nosso voto, pela TV e pelo rádio, e até mesmo batendo em nossa casa, agora é torcer para que quando ele voltar, essa sociedade esteja mais madura para fiscalizar de vez e não deixar que se torne mais uma vez apenas uma emoção passageira.
Tomara que pelo menos desta vez o circo não tenha ido embora com as pessoas de bem, deixando para a sociedade apenas as brincadeiras e aprontações dos palhaços.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Eu
Eu sou criança
Moleque, pivete
Sou o Senna
O animal
O Oscar Smith, o Dinho
Jogo vôlei, basquete, futebol
Sonho alto, sonho muito
Super-herói, jogador
Um campeão
Ninja ou marciano
Estou em todas
Olimpíadas, torneios
Copa e regionais
Sou Galo, Galoucura, Jabogalo
Sou Eller pé de vento
O Galvão, o Taffarel!
Mas quando vem
A fome, o sono, o galo do tombo
Mãeee !!! Eu sou apenas o Rafael
Autoria
Nívea Marques Nascimento
Moleque, pivete
Sou o Senna
O animal
O Oscar Smith, o Dinho
Jogo vôlei, basquete, futebol
Sonho alto, sonho muito
Super-herói, jogador
Um campeão
Ninja ou marciano
Estou em todas
Olimpíadas, torneios
Copa e regionais
Sou Galo, Galoucura, Jabogalo
Sou Eller pé de vento
O Galvão, o Taffarel!
Mas quando vem
A fome, o sono, o galo do tombo
Mãeee !!! Eu sou apenas o Rafael
Autoria
Nívea Marques Nascimento
Saudade
Vontade de ver
Vontade de ter
Dor que machuca
Sem doer
É querer tocar
E não poder
É sonhar e não ver
Saudade é pensar em você
Autoria
Nívea Marques Nascimento
Vontade de ter
Dor que machuca
Sem doer
É querer tocar
E não poder
É sonhar e não ver
Saudade é pensar em você
Autoria
Nívea Marques Nascimento
A vida por um fio
De repente
Você recebe o diagnóstico
Ali, sinistro, mortal
Fatal, real
Você tenta reagir
Mas se sente preso
Apenas por um fio
Mas você tenta e enfrenta
E vê que o fio
Que era frágil
Agora fortalece
Nasce a esperança
Você “pede” e alcança
Percebe que o fio
Ganhou resistência
E você descobre
Que tem muita chance
Chance de viver
E vencer
Levanta a cabeça
Lava a alma
Luta corajosamente
E vence o que era fatal
E vê que você
É apenas mortal
Como todo mundo.
Autoria
Nívea Marques Nascimento
Você recebe o diagnóstico
Ali, sinistro, mortal
Fatal, real
Você tenta reagir
Mas se sente preso
Apenas por um fio
Mas você tenta e enfrenta
E vê que o fio
Que era frágil
Agora fortalece
Nasce a esperança
Você “pede” e alcança
Percebe que o fio
Ganhou resistência
E você descobre
Que tem muita chance
Chance de viver
E vencer
Levanta a cabeça
Lava a alma
Luta corajosamente
E vence o que era fatal
E vê que você
É apenas mortal
Como todo mundo.
Autoria
Nívea Marques Nascimento
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Simplismente ELA, ou melhor unicamente ELAAA
Poderia vir aqui e falar de seus belos olhos, de seu rosto encantador, da garota linda e humilde, da boa pessoa, da menina amiga, poderia! Poderia tirar o tempo para falar de você. Da mocinha com rosto de criança e cabeça de mulher.
Sabe, poderia! Mas prefiro falar das longas conversas no MSN da “missa” na chopada , dos vários “to com vergonha”, ou do “você lembra aquele dia lá no forro do colégio?”, tem ainda o “é impossível não gostar de você...”, das discussões entre NX-0 e Legião Urbana, ainda prefiro o Legião, mas aprendi, com você, a admirar o NX. Mensagens no celular, são tantas que talvez só elas conte essa história, uma em especial, Monte Castelo, lembra? Ficar de bobeira ate as quatro da manhã depois do aniversário de Daniel Coxinha, só eu mesmo para fazer isso com você.
Nossa, são três meses, mas já tem história para um ano. Como te falei, três segundos não é nada, três minutos apenas uma visão, três horas um sonho, três dias uma realização, três meses tempo bastante para saber que quero estar sempre com você.
As coisas foram acontecendo, saímos de conhecidos, em uma conversa no carnaval, onde começamos a nos conhecer, e criar ali uma amizade. Amizade essa que como se fosse semente de uma árvore começou a brotar, e como brotou. Junto com a árvore foi crescendo nossa amizade, mas com a força de um urso e a lealdade de um cão, nada a ver com o meu apelido em! Já não dava mais para sermos amigos, a árvore já estava grande demais, era hora de dar frutos.
Pois a árvore deu, um fruto com um gostinho muito bom, docinho, que veio de uma frase. Frase essa que jamais me esqueci , “ Se é para cometer uma loucura...” lembra? Pois bem, foi cometida a loucura, pior, ela foi aceita, melhor, foi dito “precisa responder”.
De sorrisos e alegria, de brincadeiras e zuações, seja no Orkut ou MSN, ao vivo ou celular, mas sempre felizes. Não sei o que nos espera, não posso prever o futuro, mas já sei que tudo valeu, vou fazer de tudo para que essa árvore continue a crescer, cada vez mais forte, e ainda mais bonita, como está sendo.
Esses olhos verdes que vieram de tão longe com os ventos do destino, para hoje iluminar a minha história, olhos verdes que um dia vi apagar em meu pai, mas que hoje brilham tão forte e tão cheio de alegria, que tenho certeza faz os de meu pai brilhar, onde quer que ele esteja. Uma luz que volto a ver depois de um ano, e que me faz sentir bem.
Uma pessoa que me ganhou em tão pouco tempo, que nem parece verdade, acabamos de nos conhecer, mas parece que tem anos. Fui seu Barmen, “ com álcool ou sem álcool?”, “sem álcool, bem docinho”, quinze anos que vi fazer. Menina que aprendi a admirar, seu jeitinho de criança, tão meigo que me ganhou, me cativou, me enfeitiçou.
À garota do faz bem e não do faz mal, como na conversa do carnaval. Só não podia imaginar que fazia tão bem. Você, a menina mais estilosa que conheço, alegre, extrovertida, simples, simpática, religiosa, otimista, que vê o futuro mas vive intensamente o presente, você, simplesmente você, ou melhor simplesmente OLÍVIA.
Sabe, poderia! Mas prefiro falar das longas conversas no MSN da “missa” na chopada , dos vários “to com vergonha”, ou do “você lembra aquele dia lá no forro do colégio?”, tem ainda o “é impossível não gostar de você...”, das discussões entre NX-0 e Legião Urbana, ainda prefiro o Legião, mas aprendi, com você, a admirar o NX. Mensagens no celular, são tantas que talvez só elas conte essa história, uma em especial, Monte Castelo, lembra? Ficar de bobeira ate as quatro da manhã depois do aniversário de Daniel Coxinha, só eu mesmo para fazer isso com você.
Nossa, são três meses, mas já tem história para um ano. Como te falei, três segundos não é nada, três minutos apenas uma visão, três horas um sonho, três dias uma realização, três meses tempo bastante para saber que quero estar sempre com você.
As coisas foram acontecendo, saímos de conhecidos, em uma conversa no carnaval, onde começamos a nos conhecer, e criar ali uma amizade. Amizade essa que como se fosse semente de uma árvore começou a brotar, e como brotou. Junto com a árvore foi crescendo nossa amizade, mas com a força de um urso e a lealdade de um cão, nada a ver com o meu apelido em! Já não dava mais para sermos amigos, a árvore já estava grande demais, era hora de dar frutos.
Pois a árvore deu, um fruto com um gostinho muito bom, docinho, que veio de uma frase. Frase essa que jamais me esqueci , “ Se é para cometer uma loucura...” lembra? Pois bem, foi cometida a loucura, pior, ela foi aceita, melhor, foi dito “precisa responder”.
De sorrisos e alegria, de brincadeiras e zuações, seja no Orkut ou MSN, ao vivo ou celular, mas sempre felizes. Não sei o que nos espera, não posso prever o futuro, mas já sei que tudo valeu, vou fazer de tudo para que essa árvore continue a crescer, cada vez mais forte, e ainda mais bonita, como está sendo.
Esses olhos verdes que vieram de tão longe com os ventos do destino, para hoje iluminar a minha história, olhos verdes que um dia vi apagar em meu pai, mas que hoje brilham tão forte e tão cheio de alegria, que tenho certeza faz os de meu pai brilhar, onde quer que ele esteja. Uma luz que volto a ver depois de um ano, e que me faz sentir bem.
Uma pessoa que me ganhou em tão pouco tempo, que nem parece verdade, acabamos de nos conhecer, mas parece que tem anos. Fui seu Barmen, “ com álcool ou sem álcool?”, “sem álcool, bem docinho”, quinze anos que vi fazer. Menina que aprendi a admirar, seu jeitinho de criança, tão meigo que me ganhou, me cativou, me enfeitiçou.
À garota do faz bem e não do faz mal, como na conversa do carnaval. Só não podia imaginar que fazia tão bem. Você, a menina mais estilosa que conheço, alegre, extrovertida, simples, simpática, religiosa, otimista, que vê o futuro mas vive intensamente o presente, você, simplesmente você, ou melhor simplesmente OLÍVIA.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Sonhos, vida que passou, mas que ainda vive.
Meio dia, o telefone toca, uma voz fria e seca procura pela família de um homem, o homem mais correto e honesto que já conheci, tinha uma noticia catastrófica para dar, noticia essa que não quis ouvir, que não quis acreditar.
13 de maio de 2007, dia das mães, Rômulo João do Nascimento falecia no hospital da Previdência em Belo Horizonte, as exatas 13 horas e 45 minutos, parentes, amigos, todos chegavam a casa da família, todos sem acreditar no que se passava, ninguém queria aceitar aquela situação.
Parecia tudo tão surreal, era tão estranho, nada fazia sentido, já não tinha forças para lutar contra aquela mensagem que insistia em martelar a minha cabeça.
23 horas e 28 minutos, tudo se encaixou, aquela mensagem da hora do almoça começou a fazer sentido, tudo se ligava e as pessoas começava a acreditar no inacreditável, chegava ao velório municipal de Jaboticatubas o corpo sereno, tranqüilo e límpido de Rominho, há o nosso Rominho já não estava mais entre nós, “o Rafa papai não volta mais para casa, nunca mais”, essa palavras, dita por minha mãe quando ela chegou em minha casa jamais sairão da minha mente. Rominho veio em uma Kombi negra que nos obrigava a engolir aquela noticia, ela trazia o corpo do homem mais bondoso que já houve nessa terra.
Madrugada do dia 14, a mais longa e ao mesmo tempo tão curta, as horas passavam rápida, os momentos iam se extinguindo, tudo agora não passava de lembranças. O dia amanheceu as horas correram como se quisessem fazer aquela angustia acabar logo, mas as horas, coitadas, não sabiam que aquela angustia se tornaria eterna.
11 horas e 18 minutos, bom acabou, nosso saudoso Rominho se despedia em um Adeus eterno, a luz de seus olhos verdes se apagava para o nosso mundo, mas continuaria sendo a luz guiadora de sua família para o resto da vida, já não havia mais tempo era hora do ultimo “Tchau Pai”.
Acabou? Quem foi que disse? Rominho se foi em um Adeus eterno, mas deixou suas raízes. Ré, Ró, Junior, Mãe, somos nós, os únicos que podemos continuar o legado deixado por ele. Ele nos ensinou a ser grandes, honestos, pessoas de bem.
Pai lembra: “desculpa filho, mas não briga comigo não” essas foram as ultimas palavras do senhor para mim, mas brigar por quê? Por que você foi à pessoa mais excepcional que conheci? Por que você foi o melhor pai do mundo? Por que você era o homem mais família que já conheci? Ou por que você viveu por nós?
Hoje eu te peço perdão Pai, por ter brigado com o senhor, por ter discutido, por não ter sido o filho que você merecia ter. Mas saiba pai onde quer que o senhor esteja seu filhinho aqui sempre te amará, e levará seus ensinamentos para o resto da vida.
Há Pai em 2011 eu formo não se esqueça, te espero!!!
13 de maio de 2007, dia das mães, Rômulo João do Nascimento falecia no hospital da Previdência em Belo Horizonte, as exatas 13 horas e 45 minutos, parentes, amigos, todos chegavam a casa da família, todos sem acreditar no que se passava, ninguém queria aceitar aquela situação.
Parecia tudo tão surreal, era tão estranho, nada fazia sentido, já não tinha forças para lutar contra aquela mensagem que insistia em martelar a minha cabeça.
23 horas e 28 minutos, tudo se encaixou, aquela mensagem da hora do almoça começou a fazer sentido, tudo se ligava e as pessoas começava a acreditar no inacreditável, chegava ao velório municipal de Jaboticatubas o corpo sereno, tranqüilo e límpido de Rominho, há o nosso Rominho já não estava mais entre nós, “o Rafa papai não volta mais para casa, nunca mais”, essa palavras, dita por minha mãe quando ela chegou em minha casa jamais sairão da minha mente. Rominho veio em uma Kombi negra que nos obrigava a engolir aquela noticia, ela trazia o corpo do homem mais bondoso que já houve nessa terra.
Madrugada do dia 14, a mais longa e ao mesmo tempo tão curta, as horas passavam rápida, os momentos iam se extinguindo, tudo agora não passava de lembranças. O dia amanheceu as horas correram como se quisessem fazer aquela angustia acabar logo, mas as horas, coitadas, não sabiam que aquela angustia se tornaria eterna.
11 horas e 18 minutos, bom acabou, nosso saudoso Rominho se despedia em um Adeus eterno, a luz de seus olhos verdes se apagava para o nosso mundo, mas continuaria sendo a luz guiadora de sua família para o resto da vida, já não havia mais tempo era hora do ultimo “Tchau Pai”.
Acabou? Quem foi que disse? Rominho se foi em um Adeus eterno, mas deixou suas raízes. Ré, Ró, Junior, Mãe, somos nós, os únicos que podemos continuar o legado deixado por ele. Ele nos ensinou a ser grandes, honestos, pessoas de bem.
Pai lembra: “desculpa filho, mas não briga comigo não” essas foram as ultimas palavras do senhor para mim, mas brigar por quê? Por que você foi à pessoa mais excepcional que conheci? Por que você foi o melhor pai do mundo? Por que você era o homem mais família que já conheci? Ou por que você viveu por nós?
Hoje eu te peço perdão Pai, por ter brigado com o senhor, por ter discutido, por não ter sido o filho que você merecia ter. Mas saiba pai onde quer que o senhor esteja seu filhinho aqui sempre te amará, e levará seus ensinamentos para o resto da vida.
Há Pai em 2011 eu formo não se esqueça, te espero!!!
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Uma guerra sem explicações PARTE 01
Pode ate ser coincidência, mas esses jornaizinhos estavam sumidos há quatro anos, foi um candidato opositor ser eleito que esses panfletos atacando a moral e integridade do futuro prefeito começou a aparecer novamente. Antes esperava o novo prefeito tomar posse, desta vez bastou passar as eleições.
Nada contra o nosso atual prefeito que sem duvida vai poder sair de seu mandato de cabeça erguida, fez um trabalho razoável, talvez não do jeito que se esperava, mas também não foi dos piores. Pode ser que não tenha escolhido pessoas certas para trabalhar a seu lado, mas certamente escolheu errado o seu apoio, são pessoas que já estão ai nesse poder paralelo há no mínimo doze anos, ou seja, três mandatos seguidos.
Jaboticatubas como o Brasil, parece ter acordado para seus governantes, como aconteceu com nosso presidente Lula que foi atacado pela crise do mensalão, justamente quando lutava por sua reeleição, foi chamado de ladrão, mas mesmo na crise foi eleito, hoje tem 80% de aprovação da população. Aqui, em nossa cidade lugares foram tachados de traíras, pessoas foram difamadas, bairros posto ao ridículo. Xingaram nossa população, o povo de Jaboticatubas foi chamado de doidos por pessoas que dias atrás corria e lutava pelos votos dos mesmos. Como as pessoas passam a não valer nada de um dia para o outro. Jaboticatubas decidiu experimentar o novo, essa conversa de que o temido Ediones Soares está de volta já cansou, já é hora de deixar esse carma que assola a política desse município de lado.
Pessoas foram atacadas de forma injusta, nem deu tempo de saber como vai ser o novo mandato, tudo que se joga no ar é mera especulação, somente a partir de primeiro de janeiro poderemos ter visão do que pode ou não ser o novo mandato.
Não sei escrever bonito como foi escrito no panfleto, não sei fazer versos como lá está escrito, não sou poeta, sou estudante de jornalismo, e é triste observar esse panfleto, já que alguns dos apoios político que choram essa derrota foram os mesmos que colocaram o “mito” Ediones Soares pela segunda vez no poder. Mas vamos ser francos,posso não escrever tão bem como no panfleto, mas tenho moral, não ataco pessoas injustamente, não escrevo contra minha própria cidade, contra a minha terra, chamar seus próprios “irmãos” de burros, traidores? É simplesmente lastimável, pode ser que não tenha sido a escolha certa, pode ser que seja mais um erro dos vários que vem acontecendo na historia do município, mas foi escolhido pela maioria, valeu a democracia, se não se pode ter opinião, e tudo tem que ser como os “donos da cidade” querem, melhor voltarmos a viver a ditadura, que ai pelo menos não vamos ter a ilusão que vivemos em um país livre e que a liberdade de escolha é direito de todos.
Você cita o vermelho como a cor do Movimento Sem Terra, sim, é a cor deles, mas acima de tudo é o mesmo vermelho do sangue, da paixão que te levou a escrever essas tristes palavras, que te deixou cego ao ponto de blasfemar contra sua cidade. Parece que os “Sem Terras” de verdade é você que não aceita uma derrota individual, derrota que ao mesmo tempo significa a vitoria da democracia.
Talvez o traíra não esteja sendo criado na Lapa como foi escrito, mas em algum lugar escondido e que ninguém consegue decifrar, pelo menos é o que acham, já que não existe maior traição que a negação de suas culturas.
Então senhor autor, você foi sem duvida cheio de criatividade, com um belo texto, com rimas lindas e de grande impacto, mas foi ao mesmo tempo vazio, pobre, se deixou tomar pela ira da derrota, pela decepção da nova escolha, se deixou tomar pelas emoções e atacou seu próprio povo, povo esse que juntos comemoraram na eleição passada a vitoria do atual prefeito. Porem não foi forte, não teve caráter para assumir suas próprias palavras, não teve hombridade de assinar seu próprio texto. Posso estar no caminho errado, no curso errado, aceito tudo isso se você for me responder, mas uma coisa aprendi, palavras, textos, frases, só tem valor quando se tem um autor, enquanto for um “fantasma” o dono delas, não passará de palavras ao vento, de injurias que atacam pessoas e comunidade, não passa de um texto morto sem valor por que o verdadeiro autor é um covarde que não assume suas próprias palavras.
Não escrevo isso por dor de cotovelo ou raiva, na verdade fico triste por você, que mais velho que eu ainda não conseguiu criar uma personalidade, a decepção de ter sido xingado por uma pessoa que não tem nem o caráter de assinar seu próprio nome é triste. Seja mais autentico e honesto contigo mesmo, suas palavras são belas mas seu caráter simplesmente deixou de existir a partir de hoje.
Nada contra o nosso atual prefeito que sem duvida vai poder sair de seu mandato de cabeça erguida, fez um trabalho razoável, talvez não do jeito que se esperava, mas também não foi dos piores. Pode ser que não tenha escolhido pessoas certas para trabalhar a seu lado, mas certamente escolheu errado o seu apoio, são pessoas que já estão ai nesse poder paralelo há no mínimo doze anos, ou seja, três mandatos seguidos.
Jaboticatubas como o Brasil, parece ter acordado para seus governantes, como aconteceu com nosso presidente Lula que foi atacado pela crise do mensalão, justamente quando lutava por sua reeleição, foi chamado de ladrão, mas mesmo na crise foi eleito, hoje tem 80% de aprovação da população. Aqui, em nossa cidade lugares foram tachados de traíras, pessoas foram difamadas, bairros posto ao ridículo. Xingaram nossa população, o povo de Jaboticatubas foi chamado de doidos por pessoas que dias atrás corria e lutava pelos votos dos mesmos. Como as pessoas passam a não valer nada de um dia para o outro. Jaboticatubas decidiu experimentar o novo, essa conversa de que o temido Ediones Soares está de volta já cansou, já é hora de deixar esse carma que assola a política desse município de lado.
Pessoas foram atacadas de forma injusta, nem deu tempo de saber como vai ser o novo mandato, tudo que se joga no ar é mera especulação, somente a partir de primeiro de janeiro poderemos ter visão do que pode ou não ser o novo mandato.
Não sei escrever bonito como foi escrito no panfleto, não sei fazer versos como lá está escrito, não sou poeta, sou estudante de jornalismo, e é triste observar esse panfleto, já que alguns dos apoios político que choram essa derrota foram os mesmos que colocaram o “mito” Ediones Soares pela segunda vez no poder. Mas vamos ser francos,posso não escrever tão bem como no panfleto, mas tenho moral, não ataco pessoas injustamente, não escrevo contra minha própria cidade, contra a minha terra, chamar seus próprios “irmãos” de burros, traidores? É simplesmente lastimável, pode ser que não tenha sido a escolha certa, pode ser que seja mais um erro dos vários que vem acontecendo na historia do município, mas foi escolhido pela maioria, valeu a democracia, se não se pode ter opinião, e tudo tem que ser como os “donos da cidade” querem, melhor voltarmos a viver a ditadura, que ai pelo menos não vamos ter a ilusão que vivemos em um país livre e que a liberdade de escolha é direito de todos.
Você cita o vermelho como a cor do Movimento Sem Terra, sim, é a cor deles, mas acima de tudo é o mesmo vermelho do sangue, da paixão que te levou a escrever essas tristes palavras, que te deixou cego ao ponto de blasfemar contra sua cidade. Parece que os “Sem Terras” de verdade é você que não aceita uma derrota individual, derrota que ao mesmo tempo significa a vitoria da democracia.
Talvez o traíra não esteja sendo criado na Lapa como foi escrito, mas em algum lugar escondido e que ninguém consegue decifrar, pelo menos é o que acham, já que não existe maior traição que a negação de suas culturas.
Então senhor autor, você foi sem duvida cheio de criatividade, com um belo texto, com rimas lindas e de grande impacto, mas foi ao mesmo tempo vazio, pobre, se deixou tomar pela ira da derrota, pela decepção da nova escolha, se deixou tomar pelas emoções e atacou seu próprio povo, povo esse que juntos comemoraram na eleição passada a vitoria do atual prefeito. Porem não foi forte, não teve caráter para assumir suas próprias palavras, não teve hombridade de assinar seu próprio texto. Posso estar no caminho errado, no curso errado, aceito tudo isso se você for me responder, mas uma coisa aprendi, palavras, textos, frases, só tem valor quando se tem um autor, enquanto for um “fantasma” o dono delas, não passará de palavras ao vento, de injurias que atacam pessoas e comunidade, não passa de um texto morto sem valor por que o verdadeiro autor é um covarde que não assume suas próprias palavras.
Não escrevo isso por dor de cotovelo ou raiva, na verdade fico triste por você, que mais velho que eu ainda não conseguiu criar uma personalidade, a decepção de ter sido xingado por uma pessoa que não tem nem o caráter de assinar seu próprio nome é triste. Seja mais autentico e honesto contigo mesmo, suas palavras são belas mas seu caráter simplesmente deixou de existir a partir de hoje.
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